O acordo de Paris e os reflexos na arquitetura

O mundo após o fim da COP 21 pode ter mais esperança.

Os 196 países, reunidos em Paris, resolveram firmar um compromisso com o futuro.

Desde o último 30 de novembro, governos, organizações empresariais e da sociedade

civil participam da mais importante conferência sobre mudanças climáticas desde 1997,

quando foi firmado o Protocolo de Quioto, no Japão, visando amenizar os problemas

mundiais de aquecimento global e efeito estufa.

 

A COP21, que terminou no sábado 12/12/2015, ao contrário das reuniões anteriores,

não estabeleceu metas de redução de emissões de gases do efeito estufa (principalmente

CO²), mas prevê um limite para a temperatura do Planeta, que deverá ficar com

aquecimento máximo de 1,5 graus centígrados.

E isso deve ser alcançado principalmente através do cumprimento de projetos nacionais,

estabelecidos por cada um dos países em um documento prévio à COP, chamado INDC,

que nada mais é do que a Contribuição Nacional Pretendida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Brasil apresentou suas metas (INDC) de redução de emissões que apontam para um patamar 37% menor do que as emissões do ano de referência, 2005, até 2025. Essa é considerada uma posição bastante avançada, mesmo entre os países que vem investindo em energias limpas há muito mais tempo. Segundo Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, as INDCs apresentadas pelos países devem se converter em Políticas de Estado e ser a plataforma para um salto em direção ao futuro.

 

No discurso de encerramento da COP, o presidente francês François Hollande, apontou o Acordo de Paris como um “marco na história da humanidade”, quando todos os países superam suas diferenças em prol de um planeta capaz de abrigar e alimentar seus bilhões de habitantes.

Há ainda muitas dúvidas em relação às fontes de recursos para as transformações necessárias nas economias e nas matrizes energéticas, mas já há um compromisso onde o investimento anual previsto é de US$ 100 bilhões de ajuda dos países ricos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O reflexo disso tudo na Arquitetura é um incentivo cada vez maior para opções de construções sustentáveis, uma vez que essa mudança climática que estamos vivendo deve reduzir, em longo prazo, a capacidade hidrelétrica de 4% a 15%, ou seja, mesmo se o mundo fizer tudo o que está prometendo para combater o aquecimento global, ainda haverá impacto na produção de energia, nossa maior fonte de energia elétrica hoje, que acaba implicando em muitos problemas ambientais.

 

 

Por isso, devemos reduzir ao máximo o desmatamento (lança CO2 no ar) e investir em fontes de energia renováveis, como eólica, fotovoltaica (painéis solares) e biocombustíveis, tanto em residências, prédios ou mesmo complexos comerciais, usinas e industrias. Além de focar em construções mais inteligentes, que demandem menor uso de energia para sua manutenção, que maximizem as áreas verdes e pisos permeáveis, com reaproveitamento de água e campos de obras mais limpos, gerando menos lixo e emitindo menos CO2.

 

Essa já é nossa meta aqui no escritório VER Arquitetura, onde o meio Ambiente está em primeiro lugar.

 

Mudando as atitudes desde agora alcançaremos juntos um resultado positivo no futuro e essa mudança deve estar dentro de cada um, pensando em uma sustentabilidade social.

 

Vamos utilizar as boas energias da COP21 para refletir em investimentos locais e melhorar nosso meio ambiente de um modo geral.

 

Victória Fadul

Arquiteta, Master em Arquitetura Sustentável

 

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